Amazon: separação, controle, satélites e Alexa

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Tempo de leitura: 2 minutos

Fonte: https://www.startse.com/noticias
No começo de 2019 o fundador e acionista majoritário da Amazon, Jeff Bezos, anunciou seu divórcio com a escritora MacKenzie Bezos, sua esposa há 25 anos. Ela foi uma peça-chave na criação da Amazon.
O divórcio gerou uma dúvida no mercado de como ficaria a divisão de ações da empresa, pois o fundador poderia perder o controle da companhia ao dividir sua participação com a ex-mulher. A resposta veio nesta quinta-feira (4). MacKenzie Bezos informou, pelo Twitter, que irá ficar com apenas 25 por cento das ações da Amazon que possuía em conjunto com o ex-marido e também abriu mão do seu poder de voto.
Jeff Bezos continuará como o sócio majoritário da empresa que fundou — o que o ajuda também a permanecer com o título de homem mais rico do mundo, mantendo 75% de suas ações da Amazon.
A escritora também concordou em ceder todas as suas ações do jornal The Washington Post — adquirido por Bezos em 2013 — e da Blue Origin, empresa espacial fundada por ele. Confira todas as condições do divórcio aqui.

Fim da fofoca

Além da resolução do processo de divórcio, a Amazon continuou a figurar nas manchetes da semana passada, pois a empresa está planejando lançar mais de 3 mil satélites para dar acesso mundial à internet. Sua expectativa é de cobrir 95 por cento da população ao redor do mundo, principalmente para comunidades que ainda não possuem acesso. A iniciativa a ajudaria a ganhar ainda mais clientes, já que seu primeiro e principal mercado é a internet. Com mais pessoas tendo acesso a rede, mais chances de utilizarem os serviços da Amazon — e eles estão cada vez mais numerosos à medida que a empresa explora novos mercados.
Na semana passada é que a Amazon pode lançar seu próprio fone de ouvido sem fio. Esse seria o primeiro “wearable” (dispositivo usável) da Amazon com assistência da Alexa, sua inteligência artificial, e um passo a frente para torná-la ainda mais presente na vida das pessoas. Isso significa que além de escutar músicas, ouvir e responder mensagens, o dispositivo poderia atuar como um assistente pessoal sempre conectado a seus usuários.
E para você, quais serão os próximos passos da Amazon?
 

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